
No próximo dia 3 de agosto, o Brasil vai às ruas para a que pode ser uma das maiores manifestações desde 2022. O ato, organizado por movimentos conservadores, entidades civis e lideranças políticas, tem como foco denunciar o que chamam de abusos do Supremo Tribunal Federal (STF), os erros do governo Lula e exigir a anistia aos presos do 8 de janeiro, mantidos sob custódia em um processo considerado arbitrário por diversos juristas e parlamentares.
A mobilização ocorrerá em todas as capitais do país e promete reunir milhares de cidadãos.
Em Teresina, a concentração será às 16h na Ponte Estaiada, na Avenida Marechal Castelo Branco.
Em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, os atos começam às 9h, nos pontos definidos pelos organizadores.
Os idealizadores reforçam que a manifestação será pacífica e ordeira, mas com um tom firme contra medidas que classificam como censura, perseguição judicial e autoritarismo institucional.
A convocação ganhou força nas redes sociais, com hashtags em defesa da liberdade e contra a suposta “tirania togada” ocupando os trending topics. Para os organizadores, este é um marco na resistência contra o que consideram retrocessos democráticos: “Estamos nas ruas para dizer basta ao arbítrio. Queremos um país livre, com respeito à Constituição e às garantias individuais”, afirmam em nota conjunta.