
PCC, facção criminosa do Piauí
Os Estados Unidos apertaram o cerco contra o crime transnacional com um recado claro: o Brasil está no radar — e não apenas pelas decisões do Supremo. A temida “Ofac List”, do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), que reúne os alvos de sanções da Lei Magnitsky, traz nomes explosivos: o Primeiro Comando da Capital (PCC), chefes do Hezbollah e até um certo “Alexandre de Moraes”.

No caso da facção paulista, o nome destacado é Diego Macedo Gonçalves do Carmo, o “Brahma”, apontado como responsável pela lavagem milionária de dinheiro para o PCC, com operações transnacionais de tráfico de drogas. A sanção é categórica: envolvimento com “illicit drugs”, programa sob o código EO14059, que combate organizações envolvidas no narcotráfico internacional.
Mas o Brasil também aparece no mapa do terrorismo. O OFAC identificou Assad Ahmad Barakat como operador financeiro do Hezbollah com base no país. Barakat é um velho conhecido da Tríplice Fronteira (Brasil-Paraguai-Argentina), onde, segundo investigações internacionais, atua na movimentação de recursos para a organização. Outro nome listado é Farouk Omairi, identificado como “coordenador de integrantes do Hezbollah” na mesma região.

Curiosamente, na mesma lista consta também o nome “DE MORAES, Alexandre”, classificado como “individual”, sob o programa GLOMAG, diretamente ligado à Lei Magnitsky Global — legislação que pune graves violações de direitos humanos e corrupção sistêmica. O fato de estar listado ao lado de organizações criminosas e terroristas levanta sérias dúvidas sobre o que está por trás dessa inserção e os critérios utilizados.
A Lei Magnitsky permite ao Departamento do Tesouro dos EUA sancionar indivíduos de qualquer país envolvidos em: