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EUA aplicam Lei Magnitsky contra o PCC e líderes do Hezbollah no Brasil

Alexandre de Moraes também foi alvo de sanções americanas

Manchete Nacional
Por: Manchete Nacional Fonte: Manchete Nacional
30/07/2025 às 14h46 Atualizada em 30/07/2025 às 14h57
EUA aplicam Lei Magnitsky contra o PCC e líderes do Hezbollah no Brasil

PCC, facção criminosa do Piauí 

 

Os Estados Unidos apertaram o cerco contra o crime transnacional com um recado claro: o Brasil está no radar — e não apenas pelas decisões do Supremo. A temida “Ofac List”, do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), que reúne os alvos de sanções da Lei Magnitsky, traz nomes explosivos: o Primeiro Comando da Capital (PCC), chefes do Hezbollah e até um certo “Alexandre de Moraes”.

No caso da facção paulista, o nome destacado é Diego Macedo Gonçalves do Carmo, o “Brahma”, apontado como responsável pela lavagem milionária de dinheiro para o PCC, com operações transnacionais de tráfico de drogas. A sanção é categórica: envolvimento com “illicit drugs”, programa sob o código EO14059, que combate organizações envolvidas no narcotráfico internacional.

 

Mas o Brasil também aparece no mapa do terrorismo. O OFAC identificou Assad Ahmad Barakat como operador financeiro do Hezbollah com base no país. Barakat é um velho conhecido da Tríplice Fronteira (Brasil-Paraguai-Argentina), onde, segundo investigações internacionais, atua na movimentação de recursos para a organização. Outro nome listado é Farouk Omairi, identificado como “coordenador de integrantes do Hezbollah” na mesma região.

 

A Lista:

 

  • PRIMEIRO COMANDO DA CAPITAL – Organização criminosa brasileira (Tráfico e Terrorismo)
  • DIEGO MACEDO GONÇALVES DO CARMO (“Brahma”) – Lavagem de dinheiro para o PCC
  • ASSAD AHMAD BARAKAT – Apontado como operador do Hezbollah no Brasil
  • FAROUK OMAIRI – Suspeito de coordenar o Hezbollah na Tríplice Fronteira

 

As sanções incluem:

 

  • Congelamento de ativos nos EUA;
  • Proibição de transações com empresas e cidadãos americanos;
  • Repercussões diplomáticas e financeiras para o Brasil.

 

 

Curiosamente, na mesma lista consta também o nome “DE MORAES, Alexandre”, classificado como “individual”, sob o programa GLOMAG, diretamente ligado à Lei Magnitsky Global — legislação que pune graves violações de direitos humanos e corrupção sistêmica. O fato de estar listado ao lado de organizações criminosas e terroristas levanta sérias dúvidas sobre o que está por trás dessa inserção e os critérios utilizados.

 

A Lei Magnitsky permite ao Departamento do Tesouro dos EUA sancionar indivíduos de qualquer país envolvidos em:

 

  • Corrupção grave;
  • Graves abusos de direitos humanos;
  • Lavagem de dinheiro e financiamento de terrorismo.

 

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